quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Hora de colocar em prática
Apresentação do video do grupo "Devir Produções" no grupo de jovens da comunidade das Vitórias
Experiência individual*
Sem dúvida, foi desafiador preparar tanto o caderno de atividades como o vídeo. Todavia, todo o empenho em preparar um material adequado metodologicamente, original, atrativo para um público que geralmete não gosta de Filosofia pareceu ser recompensado quando ele foi apresentado no grupo de Jovens “Vencedores em Cristo” da Paróquia Nossa Senhora das Vitórias, Boqueirão, Curitiba, PR, no dia 30 de agosto de 2008. Por meio dos relatórios respondidos, pelo menos nesse contexto, vê-se a boa aceitção do mesmo. Sabemos o tanto que ele tem a melhorar, porém o primeiro passo foi dado.
Breve comentário sobre a apresentação do video e do caderno de atividades produzido pelo grupo Devir produções
Breve comentário sobre a apresentação do video e do caderno de atividades produzido pelo grupo Devir produções
Relatório de apresentação
Antonio M. dos Santos
Charles F. Gomes
Edimar Moreira
Tiago Santos Vale
Apresentamos o vídeo de filosofia que produzimos, intitulado Jovem e o cuidado de si: um olhar filosófico, no dia 30 de agosto de 2008. A platéia foi o grupo de Jovens Carmelita Vencedores em Cristo, da Paróquia Nossa Senhora das Vitórias, Boqueirão, Curitiba, Paraná. A idade deles varia entre os 16 e os 25 anos, a maioria de ensino médio.
Para a avaliação do vídeo, a Devir Produções Filosóficas, responsável pelo material, distribuiu fichas com os seguintes quesitos avaliativos: a) Tema; b) Clareza; c) Objetividade. Para cada um desses quesitos havia as seguintes possibilidades de qualificar o material: a) excelente; b) ótimo; c) bom; d) regular; e) deixou a desejar.
Após termos apresentado e recolhido as fichas avaliativas fizemos uma média e concluímos que a segunda unidade, Felicidade: uma questão de escolha, baseada no pensamento do filósofo A. Schopenhauer, foi a melhor conceituada, tida como excelente 28 vezes na soma os quesitos. A unidade terceira, A cura do medo da morte em Avicena, ficara como a segunda colocação e a unidade primeira, Sócrates: conhecer e cuidar com a terceira.
Destacamos, também, que, na folha avaliativa, colocamos um espaço em branco para aqueles que assistiram ao filme pudessem escrever que pontos da obra poderiam ser melhorados, bem como para saber o que eles compreenderam do conteúdo. A seguir temos a opinião de uma das moças que assistiram o curta metragem: “No geral o trabalho está muito bom. As imagens produzidas ficaram ótimas, pois apresentaram, além dos entrevistados, figuras e objetos que contribuíram com a linguagem e o conteúdo apresentado pelos professores (livros, quadros, objetos etc.). Os temas trabalhados são de grande importância, principalmente por estarem voltados aos jovens que cursam o ensino médio; nessa idade há diversas dúvidas em relação a si e aos outros, essas dúvidas englobam entre outras coisas a morte e a felicidade. As músicas utilizadas casaram com o tema, bem como a imagens completaram a linguagem. Espero que o trabalho renda bons frutos”.
Se por um lado temos essa crítica que ressalta a boa disposição dos quadros (as novelinhas) e os clipes temos uma outra, realizada por uma segunda componente daquele grupo de jovens, desta vez as observações são mais voltadas para a parte técnica que, por mais que tenhamos tentado aprimorar, deixara ainda a desejar. Ela cobra: mais clareza nalgumas falas, imagens e cenas de fundo e as imagens de fundo; cuidar com o áudio, com as transições de cenas; procurar detalhar ainda mais o conteúdo para a qualidade, pois isso daria ao trabalho um toque especial e despertaria mais a curiosidade dos alunos. Depois ela parabeniza o trabalho que (apesar de tudo!) ficara bem feito, mas pode melhorar.
Convém comunicarmos que o caderno de atividades foi apresentado na medida em que o filme ia sendo executado. Os quesitos de avaliação eram: a) Design; b) clareza e c) objetividade. Após lermos as folhas de avaliação percebemos que em geral ele foi tido como excelente.
Por fim, foi uma experiência bastante interessante (e cansativa), porque em certa medida experimentamos ser professores e também expomos algo que nós mesmos produzimos para ser visto e criticado, ora positiva, ora negativamente. Ficamos contentes com o resultado final, mesmo porque fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para o oferecermos o melhor.
Charles F. Gomes
Edimar Moreira
Tiago Santos Vale
Apresentamos o vídeo de filosofia que produzimos, intitulado Jovem e o cuidado de si: um olhar filosófico, no dia 30 de agosto de 2008. A platéia foi o grupo de Jovens Carmelita Vencedores em Cristo, da Paróquia Nossa Senhora das Vitórias, Boqueirão, Curitiba, Paraná. A idade deles varia entre os 16 e os 25 anos, a maioria de ensino médio.
Para a avaliação do vídeo, a Devir Produções Filosóficas, responsável pelo material, distribuiu fichas com os seguintes quesitos avaliativos: a) Tema; b) Clareza; c) Objetividade. Para cada um desses quesitos havia as seguintes possibilidades de qualificar o material: a) excelente; b) ótimo; c) bom; d) regular; e) deixou a desejar.
Após termos apresentado e recolhido as fichas avaliativas fizemos uma média e concluímos que a segunda unidade, Felicidade: uma questão de escolha, baseada no pensamento do filósofo A. Schopenhauer, foi a melhor conceituada, tida como excelente 28 vezes na soma os quesitos. A unidade terceira, A cura do medo da morte em Avicena, ficara como a segunda colocação e a unidade primeira, Sócrates: conhecer e cuidar com a terceira.
Destacamos, também, que, na folha avaliativa, colocamos um espaço em branco para aqueles que assistiram ao filme pudessem escrever que pontos da obra poderiam ser melhorados, bem como para saber o que eles compreenderam do conteúdo. A seguir temos a opinião de uma das moças que assistiram o curta metragem: “No geral o trabalho está muito bom. As imagens produzidas ficaram ótimas, pois apresentaram, além dos entrevistados, figuras e objetos que contribuíram com a linguagem e o conteúdo apresentado pelos professores (livros, quadros, objetos etc.). Os temas trabalhados são de grande importância, principalmente por estarem voltados aos jovens que cursam o ensino médio; nessa idade há diversas dúvidas em relação a si e aos outros, essas dúvidas englobam entre outras coisas a morte e a felicidade. As músicas utilizadas casaram com o tema, bem como a imagens completaram a linguagem. Espero que o trabalho renda bons frutos”.
Se por um lado temos essa crítica que ressalta a boa disposição dos quadros (as novelinhas) e os clipes temos uma outra, realizada por uma segunda componente daquele grupo de jovens, desta vez as observações são mais voltadas para a parte técnica que, por mais que tenhamos tentado aprimorar, deixara ainda a desejar. Ela cobra: mais clareza nalgumas falas, imagens e cenas de fundo e as imagens de fundo; cuidar com o áudio, com as transições de cenas; procurar detalhar ainda mais o conteúdo para a qualidade, pois isso daria ao trabalho um toque especial e despertaria mais a curiosidade dos alunos. Depois ela parabeniza o trabalho que (apesar de tudo!) ficara bem feito, mas pode melhorar.
Convém comunicarmos que o caderno de atividades foi apresentado na medida em que o filme ia sendo executado. Os quesitos de avaliação eram: a) Design; b) clareza e c) objetividade. Após lermos as folhas de avaliação percebemos que em geral ele foi tido como excelente.
Por fim, foi uma experiência bastante interessante (e cansativa), porque em certa medida experimentamos ser professores e também expomos algo que nós mesmos produzimos para ser visto e criticado, ora positiva, ora negativamente. Ficamos contentes com o resultado final, mesmo porque fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para o oferecermos o melhor.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
JUÍZO E ANALOGIA EM IMMANUEL KANT
VÍDEO PRODUZIDO PELO GRUPO DO 3º PERÍODO DE FILOSOFIA DA PUCPR, DEVIR PRODUÇÕES. CURITIBA 2008.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Fora de controle*
O homem é constantemente rodeado por seus desejos e vontades. Muitos pensadores, durante toda a história da filosofia, teorizaram sobre esses sentimentos. No filme O porteiro da noite pode-se perceber como um ser humano movido pelas paixões é capaz de suportar a tudo ao extremo. Segundo Sigmund Freud, a personalidade se divide em três estados: o id, o ego e o superego. O primeiro é da permissividade. É como se fosse uma criança que age somente guiada por seu impulso. O ego, por sua vez, pode ser considerado um meio termo, pelo qual o indivíduo é capaz de sintetizar seu instinto com a possibilidade de realização em seu ambiente. Por fim, o último, que é o superego, está preocupado com uma conduta extremamente correta que visa muito mais a moral do que o prazer.O filme, dessa forma, retrata quais as conseqüências a quem perde-se no caminho do id. O casal apresentado no vídeo são escravos de suas próprias ações. Colocam-se numa atitude de seres que se entregam a uma força que os impulsionam. É interessante observar que a certa altura do enredo a mulher põe-se na posição de um animal, presa a uma coleira e andando de quatro. Seu instinto a conduz a um estado de fora de si que lhe faz apenas utilizar-se da palavra para dizer que estava com fome.
Portanto, percebe-se em O porteiro da noite que o problema está nas pessoas não saberem controlar seus instintos e se entregarem totalmente a eles. Sem dúvida, o meio termo é a luta que deveria ser travada rumo a uma vida mais saudável e feliz. A pessoa não pode fazer somente o que quer e deduz ser o melhor, bem como, não pode ter discursos moralistas a espera de uma perfeição humana utópica. Ela precisa ser dotada tão somente de bom senso.
*texto elaborado a partir do filme O porteiro da noite
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